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Escrito por Ricardo Amorim - 6/04/2007 02:05:00 PM

Cerveja Só no Globo Online


Este blog mudou-se. Atualizem seus favoritos e links (peço desculpas pelo trabalho extra). A partir de agora, esse botequim passa a atender no Globo Online.
NOVA URL: http://oglobo.globo.com/blogs/cervejaso/
CLIQUE AQUI PARA LER O CERVEJA SÓ
Comecei lá na segunda-feira, 4 de junho de 2007. Tem uma historinha legal sobre a movimentação do mercado super premium em mais um lance da Ambev.
Agradeço as visitas e espero vocês na nova casa.

Ricardo Amorim

Escrito por Ricardo Amorim - 5/30/2007 01:08:00 AM

Cerveja no Fasano



A tradição se rende à inovação. Agora tem cerveja no lobby do hotel Fasano, em São Paulo. Ainda não tem no restaurante, mas tudo bem. A cerveja é Eisenbahn.

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Ricardo Amorim

Escrito por Ricardo Amorim - 5/25/2007 05:05:00 PM

É pra beber...


...nem pense em fumar. Descobri a Cannabia por meio desta notícia do site do Barlavento, jornal regional do Algarve, Portugal. Trata-se de uma cerveja alemã que leva cânhamo em sua composição. Foi criada em 96, quando o governo alemão tornou legal o cultivo da planta para o aproveitamento de sua fibra na indústria. Foi aí que a empresa de produtos naturais Dupetit, que já trabalhava com hemp em seus alimentos, doces e perfumes, resolveu sugerir a alguns cervejeiros a troca do lúpulo pelo cânhamo na produção de cerveja. Aliás, para quem não sabe, lúpulo e cânhamo são plantas da mesma família. A história completa está no site.
Assim nasceu a Cannabia, a primeira cerveja de hemp do mundo. É bom ressaltar que a erva utilizada atua apenas como agente de sabor e não empresta seu potencial psicotrópico à cerveja. Se você se sentir meio alto após beber, trata-se apenas do efeito dos 4,8% de álcool da bebida.

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Ricardo Amorim

Escrito por Ricardo Amorim - 5/16/2007 12:34:00 PM

O fenômeno Itaipava e a maldição da Kaiser


A notícia do mês no mercado cervejeiro nacional foi a ultrapassagem da Petrópolis sobre a Femsa. Em outras palavras, a Itaipava tomou o lugar da Kaiser. Isso é bom para quem bebe? Deve ser, pois estão bebendo quatro vezes mais Itaipava (além das irmãs menores Crystal e Petra) do que há três anos. A revista Exame deu a notícia esta semana e chamou o dono da Petrópolis de "polêmico empresário". De fato, Walter Faria foi preso, acusado de sonegação de impostos e teve alguns de seus caminhões apreendidos por falta de nota fiscal das cervejas que transportavam, como nos conta a Exame. Mas isso não explica tudo.
A Itaipava é uma cerveja bem mais agradável do que a antiga Kaiser, que no Rio virou sinônimo de cerveja ruim. Eu conheci dono de boteco na Zona Sul que guardava kaisers pra expulsar os boêmios do bar. Era pedir a saideira e o homem vinha com a desculpa: "só tem Kaiser". Hora de ir embora.
Essa percepção acabou se espalhando pelo Sudeste, justamente o terreno onde a Petrópolis tem ganhado terreno sobre a Femsa (o Nordeste praticamente garante o bom segundo lugar da Schincariol). Os mexicanos compraram uma marca condenada. Tentam a Sol, mas ainda não ameaçam. Enquanto isso, a Itaipava inova lançando a latinha com um selo metálico que protege a tampa (foto). Sucesso absoluto num momento em que a paranóia mandava todo mundo lavar a lata antes de beber a cerveja*. Junte a isso um crescente investimento em marketing, com verbas que dobraram de 2005 para 2006 e triplicaram de 2006 para 2007. Temos uma nova marca de sucesso.
Resta saber se a Schin, na minha opinião inferior, vai resistir ao ataque. Por enquanto a Itaipava continua muito restrita a Rio e São Paulo, enquanto a Crystal vai comendo pelas beiradas no interior paulista e dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Até o final do ano, segundo a empresa, uma nova fábrica em Rondonópolis (MT) deve começar a abastecer o Centro-Oeste, seu novo eixo de expansão. Hoje a Petrópolis vende todo o líquido que produz e busca cervejarias onde possa produzir suas bem aceitas marcas. Por causa disso até se envolveu numa disputa com a Ambev. A briga que começou com acusações escatológicas está bem melhor hoje em dia.

*direto da lata é a pior maneira de beber qualquer cerveja

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Ricardo Amorim

Escrito por Ricardo Amorim - 5/14/2007 06:34:00 PM

Eu já volto



Não abandonei o blog. Voltarei a atualizar em breve. Estou passando por um momento delicado (e positivo) da minha vida. Em breve retomaremos a programação normal. Volto logo. Mesmo.

Ricardo Amorim

Escrito por Ricardo Amorim - 5/05/2007 02:06:00 AM

Original


Uma estratégia de marketing muito bem sucedida.
Segundo conta a Ambev, a cerveja Original foi feita pela primeira vez no ano de 1906 em Ponta Grossa, Paraná, pela cervejaria Adriática, de Henrique Thielen. Foi vendida à cia. Antarctica Paulista em 1943*.
Isso tudo deve ser verdade e o marketing começa aí. Antarctica Original virou vintage, depois cult e, por fim, pop. Hoje em dia compramos nos supermercados (vi primeiro no Pão de Açúcar), sem precisar levar o tradicional casco de 600ml da foto. Opa, peraí! Casco de graça?
Creio ter encontrado parte da resposta nessa notícia do Cidade Biz. Consta que a Ambev quer despejar no mercado suas cervejas em garrafas PET, aquelas da Big Coke (é claro que em formato mais amigável). Uma das frases mais emblemáticas do texto (pena que não vem assinado) é "No Brasil, a adoção do PET vai espalhar cacos de vidro para tudo quanto é lado". Eu completo: começaram pelos supermercados. Por que? Para a cervejaria, distribuição, para o varejista, conveniência - supermercados adoram embalagens descartáveis*. Talvez seja por isso que estão dando vidro de graça.
Confesso que nem sei qual efeito a troca tem sobre o sabor da Original, uma das melhores da Ambev. O fato é que estão usando a marca para se livrar de ca(s)cos de vidro. O resultado, como conclui o texto do Cidade Biz, é poluição de longo prazo.
Este blog não é exatamente ecológico, mas acha que é sacanagem sujar ainda mais nosso habitat. Recusemos, pois, as embalagens PET, por melhores cervejas que elas trouxerem. Quando te oferecerem uma, pergunte por que não vendem isso na Bélgica.

PS 1: se as Originals sumirem das gôndolas, ou pressão prévia funciona ou era tudo um delírio.

*para saber mais, mande email para ricardopontoamorimarrobagmailpontocom

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Ricardo Amorim

Escrito por Ricardo Amorim - 5/03/2007 04:30:00 PM

Caipirinha de cerveja?


Uma vez provei uma em um evento de degustação. Nem ficou tão esquisita como eu achei que ficaria, mas ainda prefiro a tradicional. Coquetéis com cerveja (beertails, em inglês) estão ganhando popularidade entre barmen e bebedores no mundo todo. Recentemente esbarrei com essa receita de margarita de cerveja. Ainda não tentei fazer em casa. Até porque, em princípio, sou contra.
Na minha modesta opinião, boas cervejas são feitas para serem apreciadas como saem da garrafa ou da lata, sem invencionices como limãozinho, salzinho e sei-lá-mais-o-quê. Mas, como o mundo não é feito apenas de boas cervas, talvez uma mistura inteligente possa salvar uma compra estúpida. Alguém tem alguma boa receita de coquetel de cerveja?

Ricardo Amorim

Escrito por Ricardo Amorim - 4/25/2007 07:11:00 PM

Vamos incluir o Brasil?


The Beer Mapping Project: uma iniciativa maravilhosa, nascida no hype da tal web 2.0. A idéia é tão simples quanto genial: "nós achamos, você bebe". Usando os mapas do Google Maps e graças à colaboração de inúmeros voluntários, o blog localiza e marca a posição de cervejarias em vários países (Bélgica, EUA, Canadá, Itália, Austrália, Nova Zelândia e Reino Unido) e aponta bares em diversas cidades americanas. Como em todo projeto desse tipo, o cara aceita sugestões para a inclusão de novos locais. Será que conseguimos colocar o Brasil no mapa da cerveja mundial? Mouses à obra!

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Ricardo Amorim

Escrito por Ricardo Amorim - 4/23/2007 12:50:00 AM

25 milhões de dólares...


...e nenhuma cerveja.
O maluco Charles Simonyi, um dos criadores do M$ Excel e do M$ Word, acaba de voltar de uma viagem ao espaço pela qual pagou 25 milhões de dólares ou, se preferir, 50 milhões de reais. O cidadão adorou o passeio, mas sentiu falta de uma cerveja, como nos conta o esperto diário Financial Express, de Bombaim, Índia. Agora, eu fico me perguntando: como um sujeito programa uma viagem dessas e esquece de levar a cerveja? Respostas abaixo.

Ricardo Amorim

Escrito por Ricardo Amorim - 4/18/2007 04:16:00 PM

O poder das virgens


Calma, o post não tem nada de machista! Trata-se apenas de uma curiosidade que ouvi na última segunda-feira (16/4), em um workshop na Restaubar, feira de negócios voltada para o segmento de bares e restaurantes. Participei da palestra Cervejas Especiais, da fabricação à comercialização, com o simpático englishman Robert Dinham, professor do Senac.
Dinham contou que, ali pelo século XV, os ingleses ainda resistiam a acrescentar o lúpulo (foto à direita, clique para ampliar) à cerveja, coisa que os alemães já faziam há uns 200 anos. O professor explicava que, no processo cervejeiro, utilizam-se principalmente as flores de plantas femininas não-fecundadas de lúpulo, as tais virgens do post ;-). Nesse momento, o Juliano Mendes, sócio da Eisenbahn, o interrompeu e completou a explicação:
"Na verdade, além de conferir amargor à cerveja, o lúpulo também contribui para a formação de espuma. Flores não-fecundadas produzem mais espuma. Como os ingleses gostam menos da espuma, eles utilizam flores fecundadas, que são menos espumíferas." "Assim...", prosseguiu Juliano, "...as plantações de lúpulo dos ingleses têm, a cada quatro plantas fêmeas, um macho para fazer o estrago desejado", explicou.
Como eu prefiro as cervejas amargas e de espuma densa, levanto um brinde às virgens! Saúde!

PS: a obra que ilustra o post é "As Virgens", do austríaco Gustav Klimt (1862-1918), da coleção da Galeria Nardoni (Praga, República Tcheca).

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Ricardo Amorim

Escrito por Ricardo Amorim - 4/15/2007 12:28:00 PM

Efeito colateral


O preço da cevada na Alemanha subiu 50% nos últimos 18 meses, como informa esta matéria da BBC Brasil. Esse é um dos efeitos colaterais da busca por fontes alternativas de energia, motivada pela reação aos prognósticos sombrios acerca do aquecimento do planeta. Agora, além de sofrer concorrência de vegetais mais eficientes do ponto de vista energético, a cevada também está sendo usada para produzir biogás e eletricidade, como informa a mesma reportagem. Resultado: as usinas pagam o dobro do que desembolsam as cervejarias pela mesma matéria-prima. A cerveja vai ficar mais cara, assim como os alimentos em geral, temem alguns cientistas e economistas. Eu já havia, inclusive, publicado um post sobre o assunto, convidando os blogueiros a adotar hábitos de consumo e comportamento mais conscientes. Se continuar assim, este blog vai ter que se mudar para o Blog do Planeta. Fica esperta, galera!

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Ricardo Amorim

Escrito por Ricardo Amorim - 4/09/2007 12:58:00 PM

Beer Mania


O Alexandre Mansur, meu amigo e colega de trabalho na Época, acaba de voltar da Bélgica, onde foi cobrir a reunião do IPCC (também conhecido como o painel do aquecimento global). Advinhem o que eu pedi pra ele trazer na bagagem? Pois é. E fiz a encomenda para a pessoa certa. Além de extremamente responsável, o Mansur não bebe, portanto, é o guardião perfeito para qualquer item etílico.
Para não dar mais trabalho que o necessário (tenho noção de que pedir coisas para amigos que viajam é chato pra caramba), reservei o que queria direto na Beer Mania, loja de Bruxelas que também vende online (foto menor). Mandei um email para a loja e fui prontamente atendido pelo Nasser, que aparece na foto segurando o copo da Mea Culpa, a cerveja da casa. Para minha sorte, eles tinham em estoque os três tipos da Westvleteren: Blonde, 8 e 12. Pedi uma de cada e paguei 12 euros por garrafa. Vou experimentá-las no próximo final de semana e já estou ansioso.
A Westvleteren é a trapista mais difícil de encontrar. Em tese, ela só é vendida na abadia e quem compra promete aos abades que não irá revendê-la. É claro que a promessa é quebrada por muita gente e o Nasser, apesar de pecador, é um santo. Quando o Mansur chegou na loja, as garrafas já estavam separadas pra mim, conforme combinado por email. Segundo ele me disse, ainda há algumas no engradado. Se você estiver em Bruxelas ou for para lá nos próximos dias, vale a pena uma visita. Mesmo não sendo um apreciador de bebidas, o Mansur ficou impressionado com a loja.

Beer Mania

174-176 Chaussée de Wavre
1050 Ixelles
Bruxelas, Bélgica
Aberta das 11h às 21h, de segunda a sábado (em dezembro abre todos os dias)
email: beermania@skynet.be
Tel: +32 2 512 17 88
Fax: +32 2 511 32 42

Assim que provar essa que é considerada uma das melhores cervejas do mundo, eu posto minhas impressões. Só não sei se vou agüentar esperar até sábado! E muito obrigado, Mansur!

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Ricardo Amorim

Escrito por Ricardo Amorim - 3/30/2007 07:25:00 PM

Exclusivo: vem aí o chope Skol Beats


Em 2003, a Ambev lançou a cerveja Skol Beats: uma pilsen mais leve e menos amarga que a sua irmã mais velha. A idéia era criar uma bebida pra acompanhar o povo nas pistas de dança Brasil afora. Até a garrafinha brinca de bailar aos som dos bate-estacas das nossas boates. O nome da cerveja também acompanha o do festival de música eletrônica patrocinado pela marca desde 2000.
Hoje li no blog Rio Fanzine, do Globo Online, que a empresa divulgou o nome das atrações da edição 2007 da festa. Então aproveito para contar outra novidade: este ano a Ambev vai vender no evento o chope Skol Beats. Trata-se da versão não-pasteurizada da cerveja, ainda mais leve e com mais drinkability (dizem) que a sua versão engarrafada. Talvez acertem em cheio um público que quer dançar, suar e se refrescar com alguma coisa que não seja água ou refrigerante. Eu, como detesto música eletrônica e não sou assim um fã de cerveja fraca, leve e pouco amarga, prefiro ficar fora dessa. Quem quiser experimentar, tanto o festival quanto o chope, fique à vontade para me contar se eu perdi grande coisa. Creio que não, mas...

PS: O Skol Beats rola em São Paulo nos dias 4 e 5 de maio.

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Ricardo Amorim

Escrito por Ricardo Amorim - 3/30/2007 12:30:00 PM

Telefones do chope


Alguns posts atrás eu informei que a Eisenbahn abriria em São Paulo o seu serviço de chope em casa. Ontem li nota do Roberto Fonseca no Estadão com os números dos telefones do serviço. Como prometi informar os nobres freqüentadores deste boteco virtual, ei-los:
11.5181-0866
11.5181-0869

Bob ainda informa os preços:
Pilsen - R$ 5,72/litro
Weizenbier, Pale Ale e Dunkel - R$ 5,95/litro
Agora é só pegar o telefone, juntar os amigos e partir pro abraço. Ou melhor, pra chopeira, emprestada sem custos pela distribuidora. O cilindro de gás carbônico usado na extração da bebida custa R$ 2 para cada 10 litros de chope. Valeu pelas informações, Bob!

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Ricardo Amorim

Escrito por Ricardo Amorim - 3/27/2007 11:14:00 AM

Tulípio


Tulípio é uma figuraça. Se você freqüenta botecos, certamente conhece alguns tulípios. O que aparece nas imagens do post é o divertido personagem criado pelo publicitário Eduardo Rodrigues e pelo cartunista Paulo Stocker. Ele circula por 15 botecos de São Paulo e 5 do Rio, em revistinhas ilustradas com periodicidade bimestral. Também aparece em animações no Cine Boteco. O cara é um boêmio quarentão, solitário, durango e paquerador. Tem ótimas tiradas, como as que ilustram o post (clique nas imagens para ampliá-las). Em uma das minhas preferidas , ele vira pro garçom e pergunta: "Garçom? Essa batida de amendoim com Caracu, catuaba e ovo de codorna acompanha mulher?". Já saíram quatro números do Tulípio, cada um com um convidado: na primeira edição o bebum recebeu o cartunista Paulo Caruso, na segunda foi a vez de Glauco, o terceiro contou com o traço da dupla Gepp e Maia e Jaguar contribuiu no número quatro. Além deles, a revista já trouxe textos de Xico Sá, Ignácio de Loyola Brandão, Mario Prata e Aldir Blanc. Enfim, Tulípio é uma bela idéia que conta com colaborações luxuosas. O resultado você pode conferir em um boteco perto de você. Ou neste fotolog. Divirta-se.

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Ricardo Amorim

Escrito por Ricardo Amorim - 3/22/2007 11:10:00 AM

Degustação entre blogs


Há algumas semanas fizemos uma degustação entre blogs: três blogueiros de cerveja se reuniram para degustar algumas novidades nacionais. Eu, o Edu Passarelli e o Roberto Fonseca nos encontramos no Drake´s Bar & Deck (site oficial aqui) e experimentamos três cervejas: duas da Dana Bier (blog) e uma da Falke, a ótima Monasterium, a primeira tripel comercial do Brasil. O encontro foi divertidíssimo e até o Marcio Canuto, aquele repórter engraçado da Globo, que almoçava no Drake´s, deu uma palinha. Confira tudo no vídeo abaixo, produzido e editado pelo meu camarada e videomaker predileto, Pedro Montes. Roda o VT!

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Ricardo Amorim

Escrito por Ricardo Amorim - 3/21/2007 07:47:00 PM

Cervejeiros unidos


Na semana passada, o Beer Advocate comemorou a marca de 100.000 usuários cadastrados. O site se orgulha de ser a maior comunidade cervejófila do mundo. Lá, os internautas dão notas e classificam as cervejas que experimentaram, criando uma valiosa fonte de informação - e inspiração - para os demais degustadores. Há ainda seções dedicadas às notícias do mundo cervejeiro, dicas sobre eventos e informações gerais sobre a cultura da bebida. Quer começar a avaliar as cervejas que você bebe? Faça seu cadastro e ajude a aumentar a qualidade do site com suas opiniões de expert (ou de amador, a maioria). Só uma dica: as brasileiras ainda fazem muito feio diante das gringas. Mas isso um dia ainda vai mudar.


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Ricardo Amorim

Escrito por Ricardo Amorim - 3/15/2007 06:22:00 PM

Parece, mas não é


Vou aproveitar a semana comemorativa do dia de São Patrício (17 de março), padroeiro da Irlanda, para falar do chope Brahma Black, lançado no final do ano passado. O título do post entrega tudo: as aparências enganam e a bebida não tem nada a ver com a mundialmente famosa Guinness, consumida em larga escala nas festas do santo. O Brahma Black é uma lager escura, bem mais leve e muito menos encorpada que a stout irlandesa. É um produto para ser vendido em larga escala e mira no consumidor brasileiro médio, ainda avesso a grandes aventuras gustativas.
O que torna o Brahma Black parecido, eu disse parecido, com a Guinness é a sua espuma extremamante cremosa, obtida na extração com o uso de nitrogênio ao lado do tradicional gás carbônico. O efeito é aquela cascata de espuma que vai lentamente virando líquido e descendo para o fundo do copo. Para quem não tem paciência, é um martírio esperar a coisa assentar para só então beber. Com a Guinness "on tap", acontece o mesmo, apesar de a gringa não usar nitrogênio. Nos pubs e bares que cumprem com rigor o ritual da irlandesa, você precisa esperar o tirador completar o seu serviço até que o pint chegue a suas mãos. Um dos slogans da Guinness, inclusive, é "Good things come for those who wait" (as boas coisas vêem para aqueles que sabem esperar, em mais uma tradução livre).
No quesito sabor, o Brahma Black é, como eu disse, muito mais leve e menos encorpado, quase um clone bronzeado do seu irmão claro. Quem vai com sede ao copo achando que vai experimentar algo semelhante à Guinness se decepciona. Mas para quem quer apenas beber uma novidade, preparada ao gosto nacional, pode ser uma boa pedida. Mas eu ainda prefiro o chope claro bem tirado. E, logicamente, a Guinness original. Um brinde a São Patrício! Saúde!

PS: Aliás, para quem saber onde beber Guiness e festejar o Saint Patrick´s Day, vale uma visita ao blog do Edu Passarelli. O cara está fazendo uma cobertura bem legal dos eventos relacionados à data.

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Escrito por Ricardo Amorim - 3/06/2007 06:29:00 PM

Chope em casa, versão Eisenbahn


Essa é para o público paulistano, se bem que o pessoal de Blumenau já está bêbado de conhecer o serviço. Faltam apenas alguns detalhes e o lançamento está previsto para as próximas semanas. Quem mora em São Paulo vai poder abastecer a sua festa com o bom chope da Eisenbahn, a competente e inovadora cervejaria da cidade catarinense conhecida pela Oktoberfest. A bebida vai ser oferecida nas quatro versões atualmente produzidas: Pilsen, Dunkel, Pale Ale e Weizenbier. O serviço será completo, com montagem da chopeira e posterior retirada no local combinado. Assim que a cervejaria divulgar os telefones e preços, eu aviso aqui no blog.
E, para quem quiser provar os chopes da Eisenbanh, recomendo uma visita ao site, onde há uma lista de pontos de venda nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Há ainda distribuidores na Bahia, Distrito Federal, Ceará, Minas Gerais e Pernambuco. Encontre o mais próximo da sua casa e bom divertimento! Saúde!

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Escrito por Ricardo Amorim - 3/06/2007 04:46:00 PM

Uma curtinha...


...antes da degustação das uruguaias. A Ambev vai trazer mais seis cervejas importadas em 2007. E vão ser todas européias. Entre elas a belga Leffe. Nos resta esperar.
Assim que eu souber quais serão as outras cinco, conto aqui.

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Ricardo Amorim


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